- Jorge Godinho
- 02/09/2026
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Nos bastidores do STF, ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram uma discussão acalorada após novas revelações da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes ligadas ao Banco Master. O atrito ocorreu porque documentos da Polícia Federal apontaram Moraes como interlocutor em mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, levantando suspeitas de favorecimento ilícito.
O que aconteceu?
Data: 1º de setembro de 2026
Local: Bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF)
Envolvidos: Ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça
Motivo da tensão: Investigação da PF sobre mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, que citam Moraes como interlocutor.
Principais pontos da investigação
Mensagens de Vorcaro: O ex-banqueiro teria discutido com Moraes a possibilidade de ser alvo de operação da PF e buscado apoio junto ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Encontros pessoais: Relatórios da PF indicam até nove encontros entre Moraes e Vorcaro antes da prisão do empresário.
Contrato da esposa de Moraes: O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes teria firmado contratos milionários com o Banco Master, ampliando as suspeitas.
Divergência entre ministros
Moraes: Questionou Mendonça por ter autorizado investigação sem aval do plenário do STF, alegando que medidas contra ministros exigem decisão colegiada.
Mendonça: Retirou o sigilo dos documentos da PF e defende que o caso seja analisado em sessão pública pelo plenário do Supremo.
PGR Paulo Gonet: Contestou a legalidade da apuração e pediu sua anulação, já que Mendonça não teria competência para requisitar investigação pré-processual.
Repercussões políticas
Impeachment e renúncia: Setores da oposição no Congresso renovaram pedidos de impeachment de Moraes e pressionam por sua renúncia.
Eleições 2026: Analistas apontam que o caso também tem impacto eleitoral, sendo usado por grupos ligados ao bolsonarismo para desviar suspeitas de Flávio Bolsonaro, que também aparece nas relações de Vorcaro.
Divisão no STF: Parte dos ministros, como Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, tem atuado para conter investigações externas e proteger colegas da Corte.
O que esperar?
O presidente do STF, Edson Fachin, deverá decidir se o caso será levado ao plenário.
Se avançar, Moraes pode se tornar o primeiro ministro da história do STF formalmente investigado por suposto favorecimento ilícito.
Em resumo: o caso Banco Master expôs uma crise interna no STF, com risco de abrir um precedente histórico contra Alexandre de Moraes. A decisão de Fachin e a posição da PGR serão determinantes para os próximos passos.
Linha do tempo resumida
Operação Compliance Zero (PF): apura fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.
Mensagens de Daniel Vorcaro: ex-banqueiro cita encontros e conversas com Alexandre de Moraes.
Contratos suspeitos: escritório da esposa de Moraes teria firmado contratos milionários com o banco.
Decisão de André Mendonça: autorizou investigação e retirou sigilo dos documentos, o que irritou Moraes.
Discussão nos bastidores: Moraes e Mendonça trocaram acusações sobre a legalidade da investigação.
PGR Paulo Gonet: pediu anulação da apuração, alegando falta de competência de Mendonça.
Repercussão política: oposição pressiona por impeachment de Moraes; aliados tentam blindagem no STF.
Próximos passos: presidente do STF, Edson Fachin, decidirá se o caso vai ao plenário.
- Jorge Godinho
- 12/08/2026
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Entidades de imprensa como ANJ, ABERT e ANER criticaram duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário do Maranhão apontado como fonte do jornalista Luís Pablo. Elas afirmam que a medida representa uma séria ameaça ao sigilo da fonte e à liberdade de imprensa, direito protegido pela Constituição.

Contexto da decisão
- Data: 11 de agosto de 2026
- Autor da decisão: Ministro Alexandre de Moraes, STF
- Alvo: Raimundo Cutrim, ex-secretário do Maranhão, identificado como fonte do jornalista Luís Pablo.
- Motivo: Reportagens sobre suposto uso irregular de veículos oficiais pelo ministro Flávio Dino e familiares.
- Origem da investigação: Dados extraídos de equipamentos apreendidos do jornalista em março de 2026.
Críticas das entidades de imprensa
- Associação Nacional de Jornais (ANJ): classificou a medida como “séria ameaça à liberdade de imprensa”.
- ABERT (rádio e TV), ANER (revistas) e ANJ (jornais): emitiram nota conjunta de “profunda preocupação”, afirmando que ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional.
- Argumento central: O artigo 5º, inciso XIV, da Constituição garante o sigilo da fonte como essencial ao exercício do jornalismo.
Posição da defesa
- Advogados de Cutrim afirmaram que a decisão expõe indevidamente uma fonte jornalística.
- Sustentam que a medida viola garantias constitucionais e compromete a confiança necessária entre jornalistas e suas fontes.
Reações políticas
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ): criticou a decisão, dizendo que o sigilo da fonte é “sagrado” e que a medida ameaça a liberdade de imprensa.
- Defendeu que a imprensa se una contra “abusos e arbitrariedades” do STF.
Riscos apontados
- Precedente perigoso: Ações judiciais contra fontes podem intimidar futuros informantes e reduzir denúncias de irregularidades.
- Impacto na liberdade de imprensa: Possível enfraquecimento da proteção constitucional ao jornalismo investigativo.
- Inquérito das fake news: Entidades destacam que a decisão foi tomada dentro de um processo sem objeto definido e sem prazo, aumentando a insegurança jurídica.
Comparativo: Garantias vs. Decisão
| Aspecto | Garantia Constitucional | Decisão de Moraes |
| Sigilo da fonte | Protegido pelo Art. 5º, XIV | Quebrado ao identificar e investigar fonte |
| Liberdade imprensa | Direito fundamental | Entidades afirmam que foi ameaçada |
| Procedimento legal | Direito de resposta e indenização | Busca e apreensão contra fonte |
| Transparência | Constituição prevê proteção | Processo corre em sigilo no STF |
Em resumo, a decisão do STF gerou forte reação de entidades jornalísticas e políticos, que veem risco de enfraquecimento da liberdade de imprensa no Brasil. O debate agora gira em torno de até que ponto o Judiciário pode avançar sobre o sigilo da fonte sem comprometer garantias constitucionais.
Quer que eu detalhe como o artigo 5º da Constituição protege o sigilo da fonte e quais são os limites legais para investigações contra jornalistas?
sim
O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 é bem claro sobre o tema:
- Inciso XIV: “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”.
- Isso significa que jornalistas têm o direito de proteger suas fontes, e o Estado não pode obrigá-los a revelá-las, justamente para garantir a liberdade de imprensa e o jornalismo investigativo.
Limites legais
- Proteção ampla: O sigilo da fonte é considerado cláusula pétrea, ou seja, não pode ser abolido nem por emenda constitucional.
- Exceções: A Constituição não prevê exceções diretas. No entanto, na prática, autoridades podem tentar justificar medidas em nome da segurança nacional, combate ao crime organizado ou proteção de outros direitos fundamentais.
- Debate jurídico: O STF já reconheceu em decisões anteriores que o sigilo da fonte é essencial, mas também pondera que não pode ser usado para acobertar crimes. O problema é quando a investigação atinge a própria fonte, como ocorreu neste caso, o que gera forte reação da imprensa.
Risco de precedentes
- Se decisões como essa forem mantidas, abre-se espaço para que fontes sejam expostas e perseguidas.
- Isso pode gerar efeito inibidor: pessoas deixam de denunciar irregularidades por medo de represálias.
- O resultado seria um enfraquecimento da função fiscalizadora da imprensa.
Em resumo: o sigilo da fonte é um direito constitucional robusto, mas sua aplicação enfrenta tensão quando o Judiciário entende que há indícios de crime. O grande debate é se a decisão de Moraes extrapola esse limite, já que entidades de imprensa afirmam que não há base legal para quebrar o sigilo da fonte em investigações contra jornalistas.
Aqui estão alguns exemplos de decisões anteriores do STF sobre sigilo da fonte, que ajudam a comparar com o caso atual:
Casos relevantes
- Caso “Veja” (2009): O STF reafirmou que jornalistas não podem ser obrigados a revelar suas fontes. A decisão destacou que o sigilo da fonte é essencial para a liberdade de imprensa e não pode ser relativizado por interesses políticos ou econômicos.
- Caso “Diário de Pernambuco” (2011): O tribunal reconheceu que a quebra do sigilo da fonte comprometeria o exercício do jornalismo investigativo. A decisão reforçou que a proteção é constitucional e não pode ser afastada por decisão judicial sem base legal clara.
- Inquérito das Fake News (2020): Houve críticas porque o STF determinou buscas em redações e jornalistas, mas sem obrigar diretamente a revelação de fontes. Ainda assim, entidades de imprensa alertaram que medidas desse tipo criam um ambiente de intimidação.
- Caso “Blog do Esmael” (2016): O STF decidiu que não cabia exigir de um jornalista a identificação de quem forneceu informações sobre políticos, reafirmando que o sigilo da fonte é cláusula pétrea.
Comparação com o caso atual
- Antes: O STF sempre reforçou que o sigilo da fonte é inviolável, mesmo em situações de conflito.
- Agora: A decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim é vista como um desvio desse padrão, porque atinge diretamente a fonte, algo que não ocorria nos precedentes.
- Risco apontado: Criação de um precedente em que fontes podem ser investigadas e expostas, o que contraria a linha histórica do tribunal.
- Jorge Godinho
- 10/08/2026
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Sete políticos maranhenses — quatro deputados e três ex-deputados — estão na lista de nomes sob apuração da Polícia Federal no caso das chamadas “emendas Pix”, após determinação do ministro Flávio Dino no STF. O prejuízo estimado aos cofres públicos é de R$ 49 milhões.
Quem são os políticos citados
Segundo a apuração da Polícia Federal, baseada em relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), os seguintes nomes do Maranhão aparecem no grupo prioritário de investigação:
- Deputados em exercício:
- Josimar Maranhãozinho (PL-MA)
- Gil Cutrim (PL-MA)
- Josivaldo JP (União-MA)
- Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
- Ex-deputados:
- Silvio Antonio
- Zé Carlos
- João Marcelo Souza
Importante: a inclusão na lista não significa investigação formal imediata. A PF poderá abrir inquéritos individuais caso encontre indícios suficientes de responsabilidade.
Contexto das emendas Pix
- O que são: transferências especiais feitas diretamente do orçamento federal para estados e municípios, sem necessidade de convênios.
- Período analisado: 2020 a 2024.
- Montante fiscalizado: R$ 198,11 milhões em 100 emendas.
- Problemas identificados pelo TCU:
- Falta de transparência nos gastos.
- Superfaturamento em projetos.
- Obras não executadas apesar de recursos liberados.
- Prejuízo estimado: R$ 49 milhões (cerca de 25% dos recursos).
Decisão do STF
- O ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal dê prioridade às emendas com prejuízo concreto ao erário.
- Também ordenou medidas para corrigir falhas estruturais no sistema de acompanhamento, incluindo ajustes no portal Transferegov.br.
- Dino destacou a “persistência de um estado de inconstitucionalidade” na execução das emendas, reforçando a necessidade de maior controle.
Riscos e implicações
- Políticos e gestores municipais terão de comprovar a origem e aplicação dos recursos.
- Caso irregularidades sejam confirmadas, podem ocorrer ações penais, perda de mandato e inelegibilidade.
- O caso amplia a pressão sobre o uso das emendas Pix, já criticadas por especialistas pela falta de mecanismos de fiscalização robustos.
Em resumo: sete políticos maranhenses estão sob escrutínio da PF no caso das emendas Pix, mas ainda não são formalmente investigados. O processo depende da coleta de provas adicionais.
Fonte: O Imparcial
- Jorge Godinho
- 04/08/2026
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A operação do ferryboat Cidade de Pinheiro será interrompida parcialmente nesta terça (4) e quarta-feira (5), afetando quatro horários da travessia entre São Luís e o terminal do Cujupe.
A embarcação, administrada pela Internacional Marítima, será retirada temporariamente de circulação para a execução de uma manutenção programada.
No percurso de São Luís para o Cujupe, não serão realizadas as viagens das 7h e das 13h. No sentido contrário, partindo do Cujupe para a capital, ficam canceladas as saídas das 9h30 e das 15h30.
As mudanças serão mantidas durante os dois dias. Por isso, os usuários devem conferir os demais horários disponíveis antes de seguirem para os terminais.
A previsão é que o Cidade de Pinheiro volte a operar na manhã de quinta-feira (6). Ainda não foi divulgado o horário da primeira viagem após a conclusão dos serviços.
A manutenção é preventiva e integra os procedimentos periódicos de revisão das embarcações que atendem ao sistema aquaviário. Caso o cronograma sofra novas alterações, os passageiros deverão ser informados pelos canais responsáveis pela travessia.
- Jorge Godinho
- 04/08/2026
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O PSTU confirmou o nome de Hertz Dias na última sexta-feira (31), com Vanessa Portugal na vaga de vice. Professor da rede pública e rapper, Hertz já disputou o Governo do Maranhão e foi candidato a vice-presidente em 2018, na chapa de Vera Lúcia.
Já o PCB homologou a candidatura de Edmilson Costa no sábado (1º). Natural de Pedreiras, o economista e secretário-geral do partido terá a professora Cleusa Santos como vice. Em 2010, Edmilson concorreu à Vice-Presidência ao lado de Ivan Pinheiro.
Hertz Dias
Professor da rede pública do Maranhão, rapper e ativista do movimento negro, Hertz Dias lidera a chapa com a proposta de apresentar uma alternativa socialista e de independência de classe em oposição à extrema-direita e ao governo Lula. Ao seu lado, Vanessa Portugal traz sua trajetória como professora da rede pública de Belo Horizonte (MG), dirigente sindical e militante dos movimentos feministas e populares.
O PSTU reafirmou que sua plataforma defenderá:
- O fim da escala 6×1 sem redução salarial;
- O aumento geral dos salários com base no piso calculado pelo Dieese;
- A revogação das reformas Trabalhista e da Previdência;
- A defesa dos serviços públicos e a soberania nacional.
Edmilson Costa
Formado em Comunicação Social pela UFMA (Universidade Federal do Maranhão), Edmilson é membro do PCB desde a década de 1970, onde escreveu artigos sob uma perspectiva marxista sobre a realidade sociopolítica do país. Também possui graduação em economia pela Unicamp (Universidade Federal de Campinas).
Edmilson defende a estatização do sistema financeiro, a suspensão do pagamento da dívida pública, o aumento do controle do Estado sobre o câmbio e comércio exterior e a reestatização de empresas.
Fonte: O IMPARCIAL
- Jorge Godinho
- 24/03/2026
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Na pesquisa, um percentual que se destaca foi o crescimento dos eleitores que dizem que acompanham o candidato do governador Carlos Brandão. Em outubro do ano passado eram 56% dos ouvidos diziam que votam no candidato de Brandão e agora subiu para 57%

Na mais recente pesquisa Quaest/TV Mirante, divulgada na última quarta-feira (18), é possível fazer o quadro comparativo do último levantamento do instituto em outubro de 2025. Pelos dados, dos pré-candidatos, o que mais cresceu nos percentuais foi o emedebista Orleans Brandão. Ele conseguiu subir 10 pontos em apenas seis meses de pré-candidatura.
A Quaest ouviu 900 eleitores nos dias 12 a 16 de março em 49 municípios maranhenses. A margem de erro é de 3% (três pontos percentuais) para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95% (noventa e cinco por cento). O registro da pesquisa tem protocolo MA – 07211/2026.
Sobre os quadros comparativos, na PESQUISA ESTIMULADA em um primeiro cenário, em outubro do ano passado, o prefeito de São Luís, apareceu com 34% das intenções de votos contra 14% de Orleans Brandão (MDB). Já no levantamento de março, Braide subiu um ponto, foi a 35% e Orleans subiu 10 pontos chegando a 24%. Lahésio Bonfim (Novo) tinha 13% e caiu dois pontos percentuais. Felipe Camarão, vice-governador pelo PT, tinha 13% em outubro do ano passado e agora pontou 7%. Veja o Gráfico abaixo!

Quando o cenário é o estimulado, houve uma queda de Braide no período de seis meses. Ele tinha 39% em outubro de 2025 e agora pontuou 37%. Orleans Brandão tinha 15% ano passado e alcançou em março deste ano 26%. Lahesio tinha 15% e na pesquisa mais recente pontuou 11%. Felipe Camarão saiu de 16% em outubro para 7% em março.

EM TEMPO: se considerar o levantamento ESPONTÂNEO, o prefeito de São luís saiu de 13% e outubro para 15% em março de 2026. Já Orleans Brandão estava com 5% ano passado e alcançou na recente pesquisa Quaest/TV Mirante 15% ficando empatado com atual prefeito de São Luís.
E MAIS: os números da pesquisa movimentaram a cena política até porque outro percentual que foi destacado foi o crescimento dos eleitores que dizem que acompanham o candidato do governador Carlos Brandão. Em outubro 56% dos ouvidos diziam que votam no candidato de Brandão e agora, 57%.
PRA FECHAR: mas esta é somente a primeira pesquisa sobre a sucessão estadual, cujo cenário real da disputa ainda não foi consolidado e está ainda tem muita pré-campanha até chegar à campanha eleitoral em agosto, ou seja, daqui a quase 6 meses – tem muito tempo.
Fonte: Observatoriodablogosfera
- Jorge Godinho
- 18/12/2025
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Detalhes da aprovação
- a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou o Projeto de Lei Ordinária que garante a isenção do IPVA para motos de até 170 cilindradas.
- O objetivo é aliviar o peso financeiro para milhares de famílias que dependem da motocicleta como meio de transporte ou ferramenta de trabalho.
Contexto nacional
- O Maranhão está entre os seis estados brasileiros que já implementaram essa isenção para motos de baixa cilindrada (até 170cc). Os outros são: Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará e Amapá.
- Essa política tem forte apelo popular, pois motos de baixa cilindrada são as mais usadas por trabalhadores, mototaxistas e famílias de baixa renda.
- Em nível nacional, há discussões para uniformizar a regra e ampliar a isenção em todo o Brasil.
Impacto prático
- Proprietários de motos até 170cc no Maranhão não precisam mais pagar o IPVA anual, o que representa uma economia significativa.
- Essa economia pode ser direcionada para manutenção da moto, combustível ou despesas familiares.
- A medida também busca reduzir a inadimplência e incentivar a regularização de veículos.
- Jorge Godinho
- 10/12/2025
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Na manhã desta terça-feira (9), a Câmara Municipal de São Luís empossou Anderson Borges (PP) como vereador da capital. A solenidade foi realizada no Plenário Simão Estácio da Silveira e contou com a presença de parlamentares, familiares e amigos do novo vereador. Anderson Borges assume a vaga deixada por André Campos (PP), que se licenciou do cargo para assumir a presidência da Agência Executiva Metropolitana (AGEM), órgão do Governo do Estado do Maranhão.
Durante o discurso de posse, Anderson Borges agradeceu a confiança recebida nas urnas e afirmou que exercerá o mandato com compromisso e responsabilidade. “Hoje assumo a vereança humildemente, com gratidão e um profundo senso de responsabilidade. Dedico este momento a cada pessoa que acreditou em mim. Chego consciente de que o trabalho é árduo, o desafio é grande e o caminho exige esforço, seriedade e, acima de tudo, união. Mas também chego com a firme convicção de que a política só vale quando serve para transformar a vida das pessoas”, declarou.
Titular da cadeira, André Campos fez questão de acompanhar a posse e celebrar a chegada de Borges. Ele ressaltou que os desafios do Parlamento são significativos, mas afirmou ter confiança na atuação do colega. “Tenho certeza de que Anderson Borges fará um grande trabalho, não só pela comunidade do Vinhais e pela comunidade católica, mas por toda São Luís”, afirmou.
O vereador Edson Gaguinho (PP) também celebrou a chegada do novo parlamentar, desejando sucesso em seu mandato. “A nossa cidade precisa de pessoas jovens como você, pessoas que têm boas ideias. Tenho certeza de que você vai contribuir muito com a Câmara Municipal”, enfatizou.
Anderson Borges recebeu 3.751 votos nas últimas eleições e assumiu o mandato em conformidade com os procedimentos regimentais da Casa.
- Jorge Godinho
- 10/12/2025
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Agência Assembleia
Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema) desta terça-feira (9), deputados criticaram a tentativa de responsabilizar o governador Carlos Brandão sobre um pedido de cassação do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD). Segundo os parlamentares, o possível impeachment do Chefe do executivo ludovicense deve-se ao não cumprimento de normas legais por parte do gestor municipal e não por uma atuação do governador.
Em seu pronunciamento, o deputado Catulé Júnior (PP) classificou como “temerária” a tentativa de se atribuir ao governador Carlos Brandão o pedido de cassação do prefeito Eduardo Braide que chegou à Câmara Municipal de São Luís.
“Acredito com convicção que o nosso governador nada tem a ver com essa iniciativa. O nosso governador é um homem pacato, sempre fez do diálogo a sua marca e acredito de forma muito convicta que ele não tem nada a ver com isso”, disse o parlamentar, deixando claro que não faz parte da base política do prefeito Eduardo Braide, mas que manifestava solidariedade ao gestor.
Dr. Yglésio (PRTB) também eximiu o governador Brandão de qualquer responsabilidade sobre o pedido de impeachment de Eduardo Braide e, ao mesmo tempo, chamou atenção para o crescimento da bancada de defesa do prefeito de São Luís. “Acabou de ser formada aqui a maior bancada ‘braidista’ que já teve na história”, pontuou o parlamentar em tom de ironia.
Ainda em seu discurso, Dr. Yglésio fez questão de esclarecer que o pedido de cassação de Eduardo Braide está diretamente relacionado com uma representação movida por um auditor fiscal aposentado do município em virtude de um corte de R$ 10 mil na remuneração da categoria. “Foi um auditor que perdeu 10 mil reais do salário dele. O pedido (de cassação) teria que ser analisado para seguir para tramitação através de uma comissão”, disse o deputado.
Líder do governo da Casa, o deputado Neto Evangelista (União Brasil) afirmou estar surpreso com o interesse de se transferir para o governador Carlos Brandão a responsabilidade pelo pedido de cassação de Eduardo Braide. O parlamentar também ironizou o crescimento da bancada do prefeito na Assembleia e a diminuição da base do vice-governador Felipe Camarão (PT), pré-candidato ao governo em 2026.
“Eu deixo esse questionamento aqui: qual o interesse em responsabilizar o governador em um fato que não tem absolutamente nada a ver com ele? É interesse eleitoral e eles estão querendo colocar esse fato no colo do governador. Esse tem que ser um debate com responsabilidade”, frisou.
